A discussão sobre UCs da Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho (UHRS) tem duração de 30 dias. Contribuições serão recebidas até o dia 2 de março

O Instituto Brasília Ambiental está recebendo, a partir desta terça-feira (31), contribuições da sociedade para a criação e a recategorização de unidades de conservação (UCs) situadas na Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho (UHRS). Os estudos técnicos produzidos já estão disponíveis no site da autarquia, assim como vídeo institucional com mais informações sobre a proposta.

Essa etapa da consulta pública terá a duração de 30 dias, finalizando em 2 de março, e as contribuições poderão ser recebidas via protocolo do Brasília Ambiental ou pelo email ucrb@ibram.df.gov.br.

Para o desenvolvimento do estudo técnico e da proposta de poligonais, seis unidades de conservação compreendidas pela Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho foram objetos de estudo | Foto: Divulgação

Para desenvolvimento do estudo técnico e da proposta de poligonais, seis parques compreendidos pela UHRS foram objetos de estudo: Parque Ecológico e Vivencial de Sobradinho, Parque Ecológico dos Jequitibás, Parque Ecológico Sementes do Itapoã, Parque Recreativo Sobradinho II, Parque de Centro de Lazer e Cultural Viva Sobradinho e Parque Recreativo e Ecológico Canela de Ema.

A Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho possui 14.600 hectares e está localizada na porção norte do Distrito Federal, abarcando as regiões administrativas (RAs) de Sobradinho, Sobradinho II, Itapoã, Paranoá, Lago Norte, Plano Piloto e Planaltina. Os parques em estudo se encontram nas três primeiras RAs.

A consulta pública não é deliberativa. O Instituto Brasília Ambiental recebe as contribuições para aperfeiçoar a proposta; a sociedade ganha em poder participar e ser ouvida pela autarquia ambiental. A realização de consulta pública confere transparência às ações do Governo do Distrito Federal e possibilita debater com a sociedade temas de interesse coletivo, ampliar a discussão e obter informações, opiniões e colaborações que possam refinar a proposição.

*Fonte : Agência Brasília, Edição: Carolina Lobo, com informações do Instituto Brasília Ambiental