No silêncio de nossos dias é noites,

Conseguimos ver às varias intensidades

Da nossa Alma, insistimos incoerente

dizendo estarmos certos é coerente

Mas permanecendo no erro.

A Alma é o nosso

Profundo não erro há na Alma, nossos vários

Propósitos estão lá,

Os diversos erros, acertos.

Mas mora lá, no silêncio no vagar

Das ilusões utópicas na qual confundimos

Com verdades! O que nos resta e termos

Esse encontro com silêncio, nós acertamos

Com a Alma termos um acerto conosco.

É nesse encontro entre Alma e silêncio

Nós concretizarmos que jamais podemos

Perder nossa essência, o silêncio

E Alma se conecta

Para às realizações reais e vitais

O sentido figurado da metamorfose humana!

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Fonte: Fabiane Braga Lima é poetisa e colabora com o Jornal de Sobradinho