Desde que a epidemia se instalou no DF. Serpenteando e ziguezagueando as cidades satélites confirmou-se a contaminação desfavorável aos menos favorecidos.  O mal superou todas as expectativas da crise que já era grave, tornou-se mais complicada ainda.

Virou um descompasso transitório, pode ser!  Mas é conflitante e traumático, o susto e o medo andam juntos na mesma plataforma do desconforto social.

Conflitando o tumulto da virose com a perversidade das quadrilhas organizadas que se concentram de plantão procurando uma brecha para assaltarem os cofres públicos e, os homens de bem. Criou-se uma expectativa de mundo ponta cabeça, momento caótico inesperado. Diante das evidencias o que se pode fazer?

Esperança, contrabalança com a fé, uma incógnita que parece não ter fim… a comparação que eu faço é como se fosse um pesadelo que dura em quanto passa. E o mundo fica à mercê do tempo!

Se a pandemia é política ou cientifica, não sabemos, estamos correndo atrás da vacina que imuniza o vírus para nos deixar livres, sem a preocupação com o futuro, a historia dirá e, deverá ser contada no tempo real como foi proferida.

Se eu tivesse o poder de escolher, escolheria;

Pintar minhas telas, catalogando cores alegres do nosso carnaval que desfila na Avenida Sapucaí do grande Rio, para alegrar o nosso povo que vive triste pelas desmazelas, de um mundo confuso que carrega muitas incertezas.

Como já disse antes: a pintura é sem dúvida a melhor terapia que conhecemos para renovar a alma, e nos faz pensar que somos gigantes, mágicos: com alguns pinceis entre os dedos das mãos, acompanhado por uma porção de tintas, podemos dar vida a um personagem que fala a língua dos humanos e, expressa por si só, a mensagem que pode convencer e, eliminar os efeitos negativos, superados pelo milagre das cores.

Gostaria de acordar cedo delimitando os encantos de mais um dia iluminado que se configura no horizonte e, dormir tarde para não ter que ver a escuridão da noite sombria que sufoca o esplendor da alvorada que madruga mais não tarda.

Como não sou poeta, sou a penas um observador da natureza que dimensiona os espaços pelos quais devo trilhar, me embriago na imensidão do universo para agradecer a Deus por toda beleza e plenitude do universo.

Querer, não é poder…

Economizo as palavras para enaltecer, o quanto me sinto honrado com inúmeras mensagens recebidas através do blog, do Jornal de Sobradinho, propiciando-me elogios sobre o meu material produzido e sobre as telas em exposição.

O artista plástico: Emicles Nobre, qualifica a exposição dos quadros na coluna cultural do Jornal de Sobradinho, como matéria indispensável na comunicação da cidade onde mora com a família há cinqüenta e seis anos.

Lembrando-me das comemorações já vividas, ao longo dos anos, comemoro com orgulho e satisfação, o dia em que cheguei na terra sonhada:  Capital do Brasil. Vivenciei momentos de muito otimismo.

A primeira caminhada no solo brasiliense, mostrava-me tempos promissores, vida de sonhos, que carregava em minha bagagem com muito amor, era o começo de uma caminhada feliz. De lá, até aqui, os ventos sopraram em minha direção.

A minha arte faz parte da emoção que sinto quando elaboro o trabalho que devo apresento ao público, o artista não consegue se desvincular dos exercícios que toma conta da sua mente como se fosse uma reza, ou uma penitencia. Dorme acorda exercita-se e quanto mais produz, mas tem energia para continuar o oficio que movimenta a máquina do tempo que é a imaginação.

Continuando, faço mais outra apresentação de: cinco quadros com temas diferentes.

1ª pintura      

foto artística que configura a preocupação do mundo confuso em que vivemos diante da virose esparramada sobre o planeta: terra e ar, contaminado . Pintura do artista Emicles Nobre , acrílico s/ tela 1,20 x1,80cm. nobre 2020.

2ª pintura      

Pintura : acrílico s/ tela, 1,20 x 180 cm. O mundo preocupado com a virose que se espalha Sobre a terra. Artista plástico : Emicles Nobre/2020.

3ª pintura      

A natureza em busca da paz,
Pintura de: Emicles Nobre , 120 x 180 cm. Acrílico s/ tela -2020 .

4ª pintura

A virose que não para: SERPENTEIA O DF. Pintura em acrílico s/ tela : 120 x 180 cm.
Artista: Emicles Nobre, / 2020

5ª pintura

Pintura: acrílico s/ tela : 120 x 180cm. Desarmonia, o mundo pede socorro,
Artista plástico Emicles Nobre, 2020

Por: Emicles Nobre , Edição: Júnior Nobre/JS / Fotos: Eduardo Nobre/JS